A
cada rodada, Jorginho ganha mais força para ser efetivado como
técnico do Palmeiras. Neste sábado, o
treinador interino teve o nome gritado pela torcida, o que jamais
aconteceu na era Vanderlei Luxemburgo. A atitude dos alviverdes
reflete o que aconteceu dentro de campo: com um bom futebol, o
Verdão superou a chuva e o gramado encharcado para fazer 4 a 1
sobre o Náutico, no
Palestra Itália, subindo para a vice-liderança do Campeonato Brasileiro.
Foi a segunda vitória em três jogos (empatou outro) do comandante
“tampão”.
O resultado faz com que a equipe paulista chegue aos 19 pontos,
apenas um abaixo do líder Internacional, que
enfrenta o Atlético-PR neste domingo.
O time passa a torcer por tropeços de Atlético-MG e Vitória para se manter na
mesma posição até o encerramento da décima rodada. Já o Náutico
acumula seis derrotas seguidas (sete sem vencer) e segue com oito
pontos, agora em penúltimo, ameaçando o cargo do técnico Márcio
Bittencourt.
O Palmeiras volta a jogar na próxima quarta-feira, contra o
Flamengo, às 21h50m,
no Maracanã, no Rio de Janeiro. Na quinta-feira, o Náutico recebe o
Vitória, às 21h, no
estádio dos Aflitos, em Recife.
Chuva, frio, campo molhado...nada segura o
Verdão!
O Palmeiras fez o que a torcida esperava de um jogo em casa contra
uma adversário que vive um momento terrível no Brasileiro: foi para
cima. Apesar do gramado ensopado pela chuva que caiu sobre São
Paulo durante todo o dia, o Verdão teve facilidade para tocar a
bola pela fraca marcação dos pernambucanos. O espaço era tanto que
até os volantes se arriscaram. Souza, aos três minutos, chutou
forte para defesa de Eduardo.
O gol era questão de tempo, sobretudo pela pouca produtividade
ofensiva do Náutico, que levou à loucura o técnico Márcio
Bittencourt, no banco de reservas, por conta do mau posicionamento.
Aos seis minutos, o Verdão ficou em vantagem no placar. Maurício
Ramos cabeceou forte na área, após falta batida por Cleiton Xavier
pelo lado direito e anotou o segundo gol dele no Brasileirão.
Nem mesmo o placar contrário fez o Timbu mudar de postura. Apenas
Gilmar, Carlinhos Bala e Aílton brigavam na frente contra um
batalhão alviverde. Melhor para o Palmeiras, que quase ampliou em
dois chutes de fora da área. No primeiro, Obina por pouco não
acertou o canto direito. No segundo, Diego Souza fez a bola
resvalar no travessão, com uma bomba em cobrança de falta de longa
distância.
O Náutico melhorou, a partir dos 20 minutos. Tentou atacar, mas sem
assustar Marcos. O Palmeiras respondeu, aos 27, com Cleiton Xavier
chutando para fora de dentro da pequena área, após rebote do
goleiro. No minuto seguinte, a zaga pernambucana cortou errado um
passe de Cleiton Xavier, Diego Souza cruzou pelo lado direito da
área, e Willians fez de cabeça: 2 a 0.
Com o placar maior, o Palmeiras diminuiu o ritmo, mas poderia ter
ampliado com Obina, aos 36, se antecipando a um marcador e tocando
para fora. No final da primeira etapa, o volante Souza, um dos
melhores em campo, torceu o tornozelo direito e precisou ser
substituído por Jumar, preocupando os médicos.
Timbu desconta, mas Armero e Pierre fecham
goleada
No segundo tempo, o Náutico reapareceu com camisas brancas, ao
invés da tradicional vermelha. A mudança, porém, não teve efeito em
campo. Logo aos dois minutos, a trave salvou o time de Recife, em
belo chute colocado de Obina.
Mas o Palmeiras não manteve o mesmo ritmo. O time continuou
dominando e encurralando o adversário no campo de defesa, mas sem
criar jogadas de perigo. Obina e Willians se movimentaram bastante
para abrir espaço no meio da zaga pernambucana. No entanto, tiveram
pouco auxílio dos laterais Wendel e Armero e dos armadores Cleiton
Xavier e Diego Souza.
Em uma das poucas vezes que atacou, o Náutico contou com a sorte
para chegar ao gol. Aos 19 minutos, Márcio Barros dominou a bola
pelo lado esquerdo e bateu fraco. A bola desviou em Wendel e entrou
no canto direito de Marcos, que pulou e não alcançou.O Timbu não
marcava há cinco rodadas.
Logo em seguida, os palmeirenses reclamaram de um pênalti em
Armero, não marcado por Wagner Tardelli. O colombiano, contudo,
mostrou que o lance não faria falta. Aos 27, ele tabelou com Diego
Souza e disparou um canhão no ângulo direito de Eduardo. O Verdão
queria mais e fez o quarto, aos 38. Após confusão na área, a bola
sobrou para Pierre chutar mascado e fechar a
goleada.
Palmeiras goleia Náutico e 'dorme' na vice-liderança. Torcida exalta Jorginho escrito em domingo 12 julho 2009 15:10
Ricardo Gomes não vê a hora de poder contar com Rogério Ceni escrito em domingo 12 julho 2009 15:07
Com
muitas dificuldades para fazer o time do São Paulo entrar nos eixos
novamente,o técnico Ricardo Gomes não esconde de ninguém: conta os
dias para ver o goleiro e capitão Rogério Ceni em ação. O camisa 1
do time do Morumbi fraturou o tornozelo esquerdo no dia 13 de abril
e, na última semana, começou a trabalhar com bola.
- É uma liderança conhecida pelos jogadores, por todos no clube.
Futebol sem liderança fica mais difícil. Precisamos do
Rogério. A ausência dele explica um pouco essa fase que nós estamos
vivendo, que não é tão boa, ela pesou – reconheceu Ricardo
Gomes.
Além de sua qualidade dentro de campo, Rogério também é importante
demais fora das quatro linhas. Ele costuma conversar muito com os
companheiros durante as concentrações, sempre analisando aspectos
do adversário.
- Além da sua liderança, é preciso ressaltar que ele é um grande
goleiro. Apesar do Denis e do Bosco estarem fazendo um grande
trabalho, o Rogério é diferente – concluiu.
Felipe: 'O Corinthians é o time a ser batido. Todo mundo quer ganhar da gente' escrito em domingo 12 julho 2009 15:01
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Corinthians
superou todas as expectativas no início de 2009, passou pelos
maiores rivais e, enfim, voltou a ser respeitado depois do
rebaixamento para a Série B do Campeonato
Brasileiro. Para o goleiro Felipe, o Timão é o novo alvo
no futebol nacional, mas não pode se acomodar com o sucesso para
não cair de rendimento.
- O Corinthians é o time a ser batido. Todo mundo quer ganhar da
gente. A motivação se já era grande antes, agora, com o Corinthians
ganhando tudo, vai ser maior ainda – afirmou o camisa
1.
A preocupação, porém, está em evitar que os adversários consigam
anular as principais jogadas alvinegras, tornando o Timão uma
equipe previsível. Dentro ou fora de casa, o técnico Mano Menezes
não abre mão do esquema 4-3-3, com Dentinho e Jorge Henrique
recuando para auxiliar na marcação quando o time não está com a
bola.
Cristiano Ronaldo e sua carreira escrito em domingo 12 julho 2009 14:37
Início de carreira
Aos 8 anos de idade jogou nas categorias de base do Andorinha. Em 1995, C. Ronaldo assinou com o um clube local o Nacional, após dois anos nas categorias de base do Nacional foi jogar nas categorias de base do Sporting devido a uma dívida do Nacional para com o Sporting, de 450 mil escudos
Sporting
C. Ronaldo juntou-se aos outros jovens jogadores do Sporting e conseguiu tornar-se no único jogador a ter jogado no Sporting Sub-16, Sub-17, Sub-18, B, e na equipa principal, tudo numa só temporada. Ele marcou dois gols para o Sporting em sua estreia na equipa principal contra o Moreirense, defendeu pela primera vez Portugal no Campeonato Europeu Sub-17.
Quando C. Ronaldo tinha 15 anos, foi-lhe diagnosticado um problema no coração, uma condição que poderia tê-lo forçado a desistir de jogar futebol. O Sporting informou a mãe de C. Ronaldo do problema, a qual, ciente dos riscos, lhe deu autorização para ir ao hospital. Aí, foi submetido a uma operação na qual a área do coração que lhe estava a causar o problema foi cauterizada a laser. A cirurgia foi realizada no período da manhã e C. Ronaldo recebeu alta do hospital até o final da tarde, ao que retomou a equipa apenas alguns dias depois.
C. Ronaldo foi procurado primeiro pelo Arsenal, mas o técnico Arséne Wenger, não chegou a acordo com a direção do Sporting . No entanto, ele chamou à atenção de Sir Alex Ferguson técnico e dirigente do Manchester United, no verão de 2003, quando o Sporting derrotou o United por 3-1 na inauguração do estádio Alvalade XXI, em Lisboa. O desempenho de C. Ronaldo impressionou até os jogadores do Manchester United, que no vôo de volta a Inglaterra, teriam pedido a Sir Alex Ferguson a sua contratação para substituir David Beckham, que se tinha transferido para o Real Madrid.
Manchester United





